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Perfil

Alexandre Bastos
Empresário e professor de Administração (graduação e MBA). Mestre em Administração pela USP, graduado em Comunicação Social pela PUC.MG e em Administração pela UFMG. Trabalhou na FIAT Automóveis, na Localiza Rent a Car, na Rede Globo e no UOL.

Enviado por , 22/10/2008 as 12h45

NA NEGOCIAÇÃO


Homens são mais agressivos, e mulheres mais emocionais – é o que diz o senso comum. Mas esta visão estereotipada dos comportamentos masculino e feminino não se confirmou num estudo sobre negociação no ambiente de trabalho, realizado por pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia. Ao contrário, quando confrontadas com situações delicadas que simulavam o que muitas vezes acontece dentro de grandes empresas, as mulheres foram bem mais incisivas e autoritárias. Já os homens tenderam a se portar de forma mais serena e aberta a discussão. Participaram da pesquisa 190 estudantes de administração e negócios da universidade.

As conseqüências foram diferentes para cada sexo. Ao se comportar de forma mais conciliatória, os homens foram bem avaliados por seus interlocutores. Já as mulheres muito assertivas foram, em geral, vistas de forma negativa. Para os autores, estes resultados devem ser levados em conta no ensino de técnicas de negociação. O estudo foi publicado na revista Negotiation and Conflict Management Research.

Fonte: Revista Mente e Cérebro

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Enviado por , 17/10/2008 as 16h37

ENTENDA A CRISE


Esta me foi enviada por um primo.

O Zezinho, da favela comunidade do Buraco Quente, tinha uma birosca e decidiu que vai vender cachaça "no caderninho" aos seus leais fregueses, todos bebuns, quase todos desempregados ou trabalhadores de baixa renda. Porque decidiu vender a crédito, ele pôde aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha.

O gerente do banco do Zezinho, um ousado administrador recém-formado em Economia, que acabou de ser aceito num MBA, decide que os caderninhos das dívidas da birosca constituem, afinal, um ativo recebível, tecnicamente mais rentável que outras aplicações e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo os pinguços como garantia. Para as agências de classificação de riscos, o caderninho possui um risco maior que é compensado pelos lucros mais vantajosos.

Executivos e palpiteiros das agências de risco lastreiam os tais recebíveis do banco e os transformam em CDB, RDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer. Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos na bolsa, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (o tal caderninho da birosca do Zezinho).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nas bolsas de valores e mercados financeiros de 73 países. Até alguém descobrir que os bêbados fregueses da birosca do Zezinho não têm dinheiro para pagar as contas e a birosca vai à falência.

Com isso o banco credor do Zezinho verifica que sem receber está quebrado. A seguradora do banco também quebra, as seis instituições que haviam comprados títulos do banco também quebram, todo mundo que tinha ações dos bancos e seguradoras tentam se livrar delas. Como todos querem vender as ações despencam e as bolsas também. Então todo mundo começa a sacar dinheiro das contas correntes para guardar em casa. Todo o sistema financeiro começa a implodir.

Para consertar essa m**** toda, o presidente convence o senado e o congresso a pegar o dinheiro que cidadãos honestos e trabalhadores pagaram em forma de impostos e comprar as tais dívidas.

Foi isso que aconteceu!!!

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Enviado por , 04/09/2008 as 15h04

COMPETÊNCIAS COMPORTAMENTAIS

Segundo Daniel Goleman, autor do livro “A Inteligência Emocional”, (Editora Campus/Elsevier, Brasil, 1995), 90% da diferença entre as pessoas que obtém sucesso profissional e aquelas com desempenho apenas mediano, se deve a fatores relacionados a competências comportamentais, mais do que às habilidades aprendidas na escola.

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Enviado por , 28/08/2008 as 14h58

O LENHADOR

Um velho lenhador, conhecido por sempre vencer os torneios que participava, foi desafiado por um lenhador jovem. A competição chamou a atenção de todos os moradores da localidade. Muitos acreditavam que finalmente o velho perderia a condição de campeão dos lenhadores, em função da vantagem física do jovem. No dia marcado, os dois competidores começaram a disputa, na qual o jovem se entregou com grande energia, convicto de que seria o novo campeão. De tempos em tempos olhava para o velho e, às vezes, percebia que ele estava sentado. Pensou que o adversário estava velho demais para a disputa, e continuou cortando lenha com todo vigor. Ao final do prazo estipulado para a competição, foram medir a produtividade dos dois lenhadores e pasmem! O velho venceu novamente, por larga margem. Intrigado, o jovem questionou o velho homem:

- Não entendo! Muitas das vezes quando eu olhei para o senhor, durante a competição, notei que estava sentando, descansando, e, no entanto, conseguiu cortar muito mais lenha do que eu. Como pode ser?

- Você se engana! Quando me via sentado, na verdade, eu não estava apenas descansando, estava também afiando o machado.

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Enviado por , 25/08/2008 as 17h23

COMPETÊNCIA DISTINTIVA II

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Enviado por , 25/08/2008 as 17h21

COMPETÊNCIA DISTINTIVA I

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Enviado por , 25/08/2008 as 17h19

VANTAGEM COMPETITIVA II

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Enviado por , 25/08/2008 as 17h17

VANTAGEM COMPETITIVA I

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Enviado por , 25/08/2008 as 17h16

BARREIRAS DE MERCADO II

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Enviado por , 25/08/2008 as 17h04

BARREIRAS DE MERCADO I

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