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Sexta-feira, 04/07/2008
Salve, baladeiros! Sexta-feira, dia internacional da esbórnia, e eu chego com uma ótima notícia para quem ficou preocupado com a lei seca.
Enquanto os bares e casas noturnas ainda quebram a cabeça para garantir o movimento sob a nova legislação, o Vox Bar (Rua Barão do Rio Branco, 418) saiu na frente e contratou um serviço de vans para levar seus clientes para casa depois da balada. E sem custo adicional!
Nas festas Hang the DJ, às sextas e sábados, os freqüentadores do Vox que moram em Curitiba terão vans à disposição entre 3 e 6h30 da manhã, de graça. Mas os veículos só farão percursos dentro da capital.
O serviço, que começa hoje, inicia a programação de aniversário da casa, que em agosto comemora 10 anos. A cada semana, haverá um DJ convidado nas festas Hang the DJ. A programação começa amanhã, com o lendário Kid Vinil no comando das pick-ups. A entrada custa R$ 15 para mulheres e R$ 25 para os homens. Mais detalhes pelo telefone (41) 3233-8908.
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SEXTA SAUDOSISTA NA HELLOOCH
Vocês com certeza já sabem, mas faço apenas um lembrete para o Prime Rock Festival, que acontece logo mais, a partir das 22 horas na Hellooch (Av. Des. Westphalen, 4.000). Para os amantes do pós-punk e do gótico dos anos 80, como eu, será um prato cheio: Echo & The Bunnymen, Gene Loves Jezebel e T.S.O.L. A meia entrada, para estudantes, maiores de 60 anos e quem doar 1kg de alimento (aquela velha é história), custa R$ 60. Informações: (41)3315-0808 e (41)3013-3374. Bom fim de semana!
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PS: E vocês viram que acharam o corpo do Padre Voador? Não é piada! Vejam isso...
Ilustres notívagos, prezados boêmios... hoje o assunto é sério: afinal, como vai ficar a balada depois da lei seca? Vocês sabem né, desde o dia 20 de junho está em vigor a lei federal n.º 11.705, que estabelece multa de R$ 957,70 e suspensão da Carteira Nacional de Habilitação por um ano para quem for flagrado dirigindo com mais de dois decigramas de álcool por litro de sangue (ou 0,1mg por litro de ar expelido no bafômetro) – o que, na prática, veta a ingestão de qualquer quantidade de álcool aos motoristas.
Ivan Cabral
A mesma punição pode ser aplicada a quem recusar-se a passar pelo bafômetro. Pior: quem estiver ao volante com uma quantidade de álcool superior a 6 decigramas por litro – o equivalente a uma lata de cerveja – estará cometendo CRIME, sujeito a pena de até três anos de PRISÃO. Antes da nova lei, o limite para a multa e a suspensão da carteira era de 6 decigramas de álcool por litro de sangue, e só poderia ser preso quem fosse flagrado embriagado e se envolvesse em acidente ou dirigindo perigosamente.
Ou seja, a batata assou. Muito motorista – inclusive eu – vai pensar duas vezes antes de encarar um happy hour depois do trabalho. Nas baladas, já tem gente sem beber ou que está recorrendo ao táxi, carona ou ônibus. Os proprietários das casas noturnas também começam a pensar em alternativas para garantir o movimento sob a nova lei, como o convênio com empresas de táxi, conforme sugeriu o diretor da regional paranaense da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar), Fábio Aguayo.
Na mensagem publicada na Gazeta do Povo no dia 26 de junho, o delegado Armando Braga de Morais Neto, titular da Delegacia de Delitos de Trânsito de Curitiba, assegurou que “o objetivo não é punir quem consome 'uma' simpática taça de vinho, mas tirar de circulação os criminosos bêbados que causam mais de 40 mil mortes por ano em acidentes de trânsito em todo Brasil, e praticamente 500 mil feridos com seqüelas gravíssimas, como tetraplegias, paraplegias e invalidez permanente.” E acrescentou: “Na verdade a 'tolerância zero' diz respeito à norma administrativa com aplicação de multa e suspensão da CNH por um ano.” Portanto, não deve haver uma caça às bruxas. Porém, só a multa e a suspensão da carteira já são dor de cabeça suficiente, né?
Ao meu ver, há dois aspectos que precisam ser levados em consideração. Primeiro, o endurecimento da lei era necessário, para que o motorista brasileiro abandone de uma vez por todas essa mania (às vezes letal) de dirigir embriagado. No Reino Unido, conhecido por seus beberrões, todo o mundo vai para a “fila do táxi” depois de se esbaldar nos pubs. Quando não, a figura do “motorista da vez” é obrigatória, e ele realmente não bebe. Mas só é assim porque a lei é dura. Aliás, se não fosse a lei mais severa, até hoje ninguém usaria cinto de segurança no Brasil.
O outro lado da questão envolve a corrupção. Já tem muita gente dizendo que a lei seca vai fazer a alegria dos policiais corruptos, por inflacionar o “cafezinho” tradicionalmente cobrado dos motoristas infratores. De fato: não vai faltar quem prefira pagar o tal “cafezinho”, mesmo que ele saia por R$ 300, R$ 400 ou R$ 500, do que bancar uma multa de quase R$ 1 mil e ainda ter a carteira suspensa.
E vocês, o que estão fazendo para continuar aproveitando a balada sob a lei seca? Confiam na sorte e/ou na deficiência da fiscalização? Vão de táxi? Carona? Deixam de beber? Ou passam a freqüentar só os bares perto de casa? E que tal aproveitar o anonimato para serem brutalmente sinceros a esse respeito?
Ave, notívagos! Quando já me inebriava pela quantidade de atrações e shows bacanas que passaram por aqui neste primeiro semestre, por pouco não me engasgo com a notícia que a brava Juliana Girardi me deu ontem - e que está na Gazeta de hoje, além de ter sido lembrada pela Brunna no post anterior - sobre o cancelamento do braço curitibano do Tim Festival.
Divulgação
O grau de perplexidade foi o mesmo de quando a gente vê o técnico sacar o craque do time quando ele brilhava em campo. Sabe, tipo mexer (errado) em time que estava ganhando?
Porque as edições do festival em Curitiba foram sucessos absolutos, de público e crítica. Nos dois últimos anos, tivemos o privilégio de ver passar pela Pedreira ídolos como Beastie Boys, Patti Smith, Yeah Yeah Yeahs, Hot Chip, Björk, Arctic Monkeys e The Killers, em shows impecáveis.
A produção do evento nega, mas o que corre à boca pequena é que Curitiba teria sido "limada" por competir - em preço e formato - com a edição paulistana. Como bem lembrou a Juliana, no ano passado a galera de São Paulo ficou no veneno porque as atrações foram espalhadas em quatro datas e três locais diferentes - com ingressos variando entre R$ 200 e R$ 400.
Resultado: muitos paulistas e cariocas preferiram ver o Tim Festival em Curitiba, onde os artistas se apresentaram todos no mesmo dia e lugar (a Pedreira), com ingressos a R$ 60. Ou seja, dessa vez os curitibanos que quiserem ir ao Tim Festival é que terão que se deslocar a São Paulo, Rio ou Vitória, e se submeter ao que for cobrado lá.
Ah, as atrações confirmadas até agora são os britânicos do Klaxons, o incendiário trio norte-americano The Gossip, a cantora de jazz Stacey Kent e o saxofonista Sonny Rollins.
E eu só espero que essa fartura de bons shows em Curitiba continue no segundo semestre, já que estaremos órfãos do Tim Festival. E vocês, o que acham de tudo isso?
Salve, baladeiros! E Chuck Berry enfim deu o ar da sua graça. Na sexta-feira, dia 20, um dos fundadores do rock'n'roll (ou o próprio "pai" do gênero, segundo John Lennon) tocou, cantou, dançou e se divertiu muito no Guairão - no que foi acompanhado pelo público que praticamente lotou o grande auditório.
Marcelo Elias/Gazeta do Povo

Há duas maneiras antagônicas de analisar a apresentação histórica de sexta-feira: a fria e a calorosa. Na primeira, sob a perspectiva puramente técnica, Chuck Berry teria deixado a desejar. Nem de longe lembra o guitarrista virtuoso e atrevido que assombrou o mundo nos anos 50. Os dedos de 81 anos pareciam enferrujados, com dificuldade para reproduzir aqueles solos imortais.
Sem falar quando interrompia ou adulterava as músicas, como bem lembrou a Vanessa Gubert ao comentar o penúltimo post. E na quase indiferença em relação à banda, que passou o tempo todo correndo atrás do "chefe" - marca registrada de Chuck Berry, como destacou o amigo Scama no mesmo post.
Por fim, as pessoas que se anteciparam e pagaram caro por um lugar nas primeiras filas devem ter ficado indignadas com a "invasão" da área diante do palco e dos corredores, pela galera que estava mais atrás.
A outra forma de ver o show de Chuck Berry é a calorosa. De fato, ele já não toca mais como antigamente, mas... bolas, o cara tem 81 anos e CRIOU algumas das músicas que foram os alicerces da maior revolução cultural do século 20 no Ocidente, esse tal de rock'n'roll.
Não precisamos ouvir a introdução antológica de "Johnny B. Goode", "Roll Over Beethoven", "Sweet Little Sixteen" ou "Rock and Roll Music" ser reproduzida nota por nota. O cara que criou esses acordes estava ali na nossa frente, e bastaram umas quatro ou cinco notas "dentro" para a galera ir ao delírio.
Aliás, o público foi uma atração à parte. Desde o momento em que o senhor Berry pisou no palco, até a hora em que se despediu ovacionado, cercado de pelo menos 15 mulheres, a platéia curitibana fez de tudo para acolhê-lo, reverenciá-lo e deixá-lo à vontade. Bem diferente do que ocorreu no Rio de Janeiro, onde a maioria dos espectadores permaneceu sentada o show inteiro.
Se por um lado os fãs das primeiras filas foram prejudicados pela invasão do "gargarejo", Chuck Berry adorou aquela multidão ao pé do palco, cantando cada música, aplaudindo, gritando e esticando os braços, exibindo fotos, capas de discos e cartazes.
E retribuiu no melhor espírito rocker, com anarquia e euforia. Agradeceu, mandou beijos, brincou com os fãs ("você trouxe uma foto de quando eu tinha 21 anos, agora eu tenho 81, quer me fazer sentir mal?") e chegou a improvisar um blues para retribuir o carinho do público, entremeado de frases não menos carinhosas ("eu amo vocês todos, adoro vir para a América do Sul!"). Tanto que o show - embora curto, como eu já previa no penúltimo post - foi mais generoso do que no Rio.
Quanto ao bis (ou à ausência dele), cabe um esclarecimento. É uma tradição quase exclusivamente brasileira. Só aqui os artistas já pisam no palco com uma parte do setlist reservada para o bis - numa farsa compartilhada com o público, que sempre pede mais, independentemente da qualidade do show. Na Europa e nos Estados Unidos o "mais um" é coisa rara, concedida só em casos especiais. Pensando bem, o show de Chuck Berry no Guaíra até que merecia um bis...
Eu já simpatizava com a Joss Stone. Primeiro, sempre a achei muito bonita. E sexy. Sem falar na bela voz, na sua persona artística e no original caminho que escolheu para conduzir sua carreira. Afinal, em 2003, quando ninguém ainda tinha ouvido falar da sua conterrânea Amy Winehouse, esta loirinha com visual neo-hippie e vozeirão de diva bluesy já revisitava com galhardia e competência o soul e o rythm & blues dos anos 60 e 70 em seu álbum de estréia, o premiado The Soul Sessions. Nada mal para uma menina que na época contava parcos 16 anos.
Luigi Poniwass
Por essas e outras fiquei bem empolgado quando soube que ela viria para Curitiba. Mas tudo parecia conspirar contra esse improvável encontro da jovem diva soul com seus admiradores curitibanos. Primeiro os desmentidos da apresentação, inclusive por parte do próprio Teatro Positivo. Depois o valor do ingresso, estratosférico. Além disso, o show foi marcado para o mesmo dia da partida entre Brasil x Argentina pelas Eliminatórias da Copa. Para completar, o meu colega Thiago Ney, da Folha de S.Paulo, desancou a apresentação que ela fez na segunda, dia 16, no Via Funchal, definindo-a como "modorrenta".
O pessimismo aumentou com a inesperada abertura com Jair Oliveira, que começou seu show por volta das 20h30, quando a maioria do público ainda não havia chegado. Já na parte final da apresentação de Jairzinho, o cenário no Teatro Positivo era desolador: menos da metade do grande auditório estava ocupado.
Porém, assim que a banda de Joss Stone atacou os primeiros acordes, por volta das 21h25, toda a desconfiança se dissipou. Num piscar de olhos, o imenso auditório estava praticamente lotado. Os músicos eram fenomenais - com destaque para o saxofonista, o trompetista e o trio de backing vocals, que com alguns gestos literalmente levantaram a platéia, que permaneceu de pé durante todo o show.
E Joss... bem, Joss não é menos que fulgurante. Chegou como quem não quer nada, de vestidinho dourado, os indefectíveis pezinhos descalços, e na primeira nota que entoou ao microfone já tinha posto a platéia em transe hipnótico.
Ignorou os tapetes persas e cantou quase o show inteiro na boca do palco, pertinho do público. Mostrou canções do seu álbum mais recente, Introducing Joss Stone, lançado no ano passado, mas a galera delirou mesmo com os sucessos dos seus dois primeiros discos, como "Super Duper Love", "Fell in Love with a Boy", "You Had Me", "Don't Cha Wanna Ride" e principalmente "Right to be Wrong", cantada a plenos pulmões (por ela e pela platéia).
Fiquei boquiaberto. Primeiro, Joss Stone é uma GRANDE cantora de soul, que alia perfeitamente técnica, potência e sentimento. Faz jus ao apelido de Aretha Franklin branca. Segundo, ela é linda e dona de um carisma e simpatia absurdos. Conversou com a platéia, riu, deu conselhos ("homens, digam o que vocês sentem, porque nós não temos como saber"). E no final, ainda distribuiu rosas brancas - no melhor estilo Roberto Carlos -, recebeu presentes, cantou um trechinho de "Under Pressure", do David Bowie e de "Woman no Cry", de Bob Marley.
Enfim, um daqueles shows de lavar a alma. Tanto que vou me permitir discordar do Thiago Ney: a única coisa "modorrenta" na noite de quarta-feira foi o 0x0 entre Brasil e Argentina. E como diria o poetinha, a Amy Winehouse que me perdoe, mas Joss Stone é fundamental...
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Quer saber mais sobre o show? Leia a matéria da Ângela Antunes na Gazeta Online.
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Na semana que vem falo do show de logo mais do monstro sagrado Chuck Berry. Boas noites e bom fim de semana!
Olá notívagos! Pois é, depois de amanhã o senhor Charles Edward Anderson Berry vai fazer muita gente se lembrar da clássica cena do baile do primeiro filme da trilogia De Volta para o Futuro, quando Marty McFly (Michael J. Fox) choca a platéia de formandos de 1955 com os primeiros - e inconfundíveis - acordes de "Johnny B. Goode", a mais famosa criação desse mesmo senhor Berry, hoje com 81 anos.
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No filme, o primo de Chuck Berry, Marvin Berry - que fazia parte da banda que estava tocando no baile - liga para ele contando que havia encontrado "a nova música que ele estava procurando". O single original de "Johnny B. Goode" foi lançado em 1958, e deve ter causado impacto semelhante à performance de Michael J. Fox na formatura.
Longe de mim comparar Chuck Berry com Michael J. Fox, mas a antológica seqüência do filme de Robert Zemeckis ilustra bem o papel do senhor Chuck Berry no rock'n'roll: o de "pai". Ou como definiu uma vez John Lennon: "se você quiser dar um outro nome ao rock'n'roll, pode chamá-lo de Chuck Berry".
Ok, se você gosta de rock certamente já ouviu o nome de Chuck Berry, ao lado de Muddy Waters, Little Richard, Bill Haley, Jerry Lee Lewis e Elvis Presley, como precursores do gênero. E ele também criou outros hinos, como "Roll Over Beethoven" (1956), "School Days" (1957) e "Sweet Little Sixteen" (1958), além de ter influenciado Elvis, Beatles, Rolling Stones, Eric Clapton e todos os grandes nomes do rock que estariam por vir.
Só que em 1959 Berry foi preso, por ter chamado uma índia apache de 14 anos para trabalhar na sua casa noturna em St. Louis. Acusado de chamar a garota com propósitos sexuais, foi condenado a 5 anos de prisão e a pagar uma multa de US$ 5 mil.
Depois disso, ele nunca mais conseguiria repetir a genialidade (nem o sucesso) da sua produção da metade dos anos 50. Mesmo assim, suas composições dessa época são tão brilhantes que continuam sustentando a sua carreira até hoje.
O que nos leva a um detalhe crucial sobre o show de Chuck Berry, a sua duração. A equação é simples: como ele tem relativamente poucos sucessos, não tem como fazer uma apresentação longa. Na comunidade de Chuck Berry no Orkut, os fãs contaram que o show no Rio de Janeiro durou cerca de 40 minutos. É tempo suficente para ver de perto uma lenda viva do rock?
Só para lembrar: o show é sexta, às 21 horas, no Teatro Guaíra. Os ingressos inteiros custam entre R$ 180 e R$ 280, com meia entrada para todos os setores. Informações pelo telefone (41) 3304-7982.
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PS: Amanhã, às 21 horas, tem show da Alcione no Teatro Positivo. Ingressos entre R$ 120 e R$ 180.
Salve notívagos, boêmios e baladeiros! Porque hoje é sexta-feira, trago uma oportunidade de ouro para quem quiser conferir os encantos da inglesinha Joss Stone bem de pertinho... sem falar num jantar no restaurante Le Bourbon e translado em carro de luxo com motorista, para você e um(a) acompanhante, além de um combo exclusivo contendo CD e DVD da cantora. Que tal?
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A história é a seguinte: o Clube do Assinante da Gazeta do Povo está oferecendo tudo isso na promoção "VIP no Show da Joss Stone". Para participar, você precisa responder à pergunta "por que o Clube do Assinante da Gazeta do Povo deve prestigiar você com uma noite VIP no show da Joss Stone?". O(a) autor(a) da melhor resposta, segundo uma comissão formada aqui na Gazeta, terá direito com seu(sua) acompanhante a toda essa mordomia, além de lugares reservados na primeira fila do Teatro Positivo, no show da próxima quarta-feira, às 21 horas.
Envie sua resposta para o e-mail promocoesclube@gazetadopovo.com.br ou escreva para a Central RPC de Marketing – Promoção “VIP no Show da Joss Stone”, no endereço Rua Pedro Ivo, 503 – CEP 80010-020, Curitiba-PR.
As frases deverão ser encaminhadas até o dia 16/06 (segunda-feira), ao meio-dia, com nome completo e nome do acompanhante, endereço e telefone para contato.
Confira abaixo o regulamento da promoção:
1. Todas as frases serão avaliadas por uma comissão formada pelo jornal Gazeta do Povo.
2. As decisões dessa comissão não poderão ser questionadas.
3. Esta é uma promoção cultural.
4. É vedada a participação de funcionários das empresas envolvidas.
5. Qualquer questão que não estiver prevista neste regulamento será avaliada pela comissão de julgamento.
6. A participação do assinante/leitor evidencia a concordância com todos os itens do regulamento.
7. As frases ganhadoras não serão divulgadas e ficarão em poder do jornal.
8. O nome do ganhador da promoção será publicado no jornal dia 17/06/2008, terça-feira.
9. O autor da melhor resposta ganhará um par de convites para o show da Joss Stone, um jantar para duas pessoas no Hotel Bourbon e transporte (Residência – Hotel – Teatro Positivo – Residência).
10. As frases deverão conter no máximo 30 palavras.
11. As frases que não forem enviadas identificadas com nome completo, nome do(a) acompanhante, telefone para contato e endereço serão automaticamente desclassificadas.
Hora de botar a cachola pra funcionar! Por que afinal você merece ver o show da Joss Stone da primeira fila? Bom fim de semana!
Boa tarde, ilustres criaturas da noite... interrompemos esta fecunda discussão sobre a lei da meia entrada para duas sugestões de bons programas para este fim de semana.
Na sexta-feira 13, às 21 horas, o Teatro Paiol recebe o projeto Com Fusão – Uma Perturbação Musical, idealizado pela produtora cultural Bina Zanette com o cantor e ator (recém-escalado para o elenco de A Favorita) Alexandre Nero. Segundo o material de divulgação, o espetáculo reúne “ópera, dança, contos escatológicos e muitas surpresas para o público”.
RB Comunicação

Nesta primeira edição (o projeto terá outras duas), o elenco será formado pelos músicos André Abujamra e Gilson Fukushima, o diretor teatral Paulo Biscaia Filho, a bailarina Carmen Jorge e o publicitário e artista plástico Rettamozzo. Os cinco apresentam uma obra coletiva “multimídia” criada em dez dias de ensaios. Parece maluquice, mas só pelo talento das pessoas envolvidas já vale a pena conferir o que eles estão tramando... os ingressos custam R$ 15 e R$ 7,50 (a tal da meia entrada). Informações: 3213-1340.
Falando em música, no sábado, a partir das 14 horas, acontece na Casa Verde Eventos (Rua Salvador de Ferrante, 1.790, no Boqueirão) a segunda edição do Festival Musicada. Entre as atrações, oito bandas, intervenções circenses, circuito de skate, grafite, exposições fotográficas, bazar e sorteio de prêmios. A estrutura comporta 4 mil pessoas.
A programação musical vai misturar maracatu, rock, black music e samba, com os grupos Maracaeté, Mestre D'Alma, The Soslaio Band, Black Maria, Universo em Verso Livre, Regra 4, Real Coletivo Dub e R³. Os curitibanos da Impactos Trupe se encarregarão das performances circenses, enquanto a equipe Anjuss/Banx Brasil estará no comando do circuito de skate, que será realizado numa pista de mais de 30 metros quadrados.
Além disso, os grafiteiros Dan e Bones, e os fotógrafos Gustavo Benke e Lucília Guimarães, vão mostrar os seus trabalhos. O bazar terá peças de artesãos locais, e os prêmios serão sorteados numa rifa promovida pela organização do evento, com valor unitário de R$ 3. Mais detalhes pelo telefone (41) 8866-6007 ou no site do evento.
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PS: A discussão sobre a meia entrada continua no post anterior! Fui!
Saudações, aguerridos notívagos! Não consegui entrar ontem, mas não poderia deixar passar o fim de semana sem abordar a discussão que alguns de vocês iniciaram nos comentários do post anterior. Afinal, os estabelecimentos estão respeitando a lei da meia entrada para estudantes? Tem muita falsificação? A lei é justa, ou precisa ser reformulada?
Para começo de conversa, a lei da meia entrada existe, é estadual e foi publicada no Diário Oficial do dia 23/10/1995. Em seu primeiro artigo, determina:
Art. 1º. Fica assegurado o pagamento de metade do valor efetivamente cobrado para ingresso em casas de diversões, espetáculos, praças esportivas e similares, ao estudante regularmente matriculado em estabelecimento de ensino público ou particular, de 1º, 2º e 3º graus, no Estado do Paraná, na conformidade da presente Lei.
No parágrafo primeiro deste mesmo artigo, define o que são "casas de diversões ou espetáculos":
§ 1º. Para os efeitos desta Lei, considerar-se-á como casa de diversões ou estabelecimentos que realizarem espetáculos musicais, artísticos, circenses, teatrais, cinematográficos, atividades sociais, recreativas, culturais, esportivas, e quaisquer outras que proporcionem lazer, cultura e entretenimento.
No artigo terceiro, atribui às prefeituras a responsabilidade para a fiscalização e autuação dos locais que descumprirem a legislação:
Art. 3º. Caberá às Prefeituras Municipais, através dos órgãos responsáveis pela cultura, esporte, lazer e defesa do consumidor a fiscalização do cumprimento desta Lei, autuando os estabelecimentos que a descumprirem, cominando-lhes sanções administrativas cabíveis, inclusive a suspensão do alvará de funcionamento do estabelecimento.
Você pode conferir a íntegra da lei aqui.
Acontece que muitos empresários e produtores de shows e espetáculos deram um jeito de driblar a lei da meia entrada, estendendo o benefício para quem doar alimentos ou agasalhos. E o pior é que aparentemente podem fazer isso, desde que cobrem o valor cheio de quem não for estudante e não fizer as doações, caracterizando-o como o tal do "efetivamente cobrado". Só que na prática, muitas vezes essa "meia entrada" é o valor integral, pois mesmo quem não leva alimentos ou agasalhos acaba pagando o mesmo preço dos estudantes e doadores.
Os empresários alegam que esta seria a única maneira de viabilizar os shows e espetáculos, já que a maioria do público é composta por estudantes - o que os obrigaria a cobrar um valor excessivamente alto para cobrir esse "rombo" da meia entrada. Além disso, há o sério problema das falsificações, das pessoas que usam carteiras alheias ou vencidas, enfim, da corrupção e do famigerado "jeitinho" dos jovens brasileiros.
Moral da história: a lei estadual existe há quase 13 anos, mas até agora não pegou completamente - e tudo por causa da malandragem, de um lado dos empresários, e de outro dos "estudantes" falsificadores.
Agora, o que pode (e deve) ser discutido é a conveniência da lei - e a sua conseqüente reformulação. É justo que se cobre meia entrada em todos os eventos de lazer e entretenimento? Todos são relevantes para a formação cultural e/ou intelectual dos estudantes? E o benefício deve valer para todos os alunos, ou só para aqueles matriculados na rede pública? E vocês, o que acham?
A propósito: a meia entrada para doadores de sangue também está regulamentada, na lei estadual nº 13.964, de 20/12/2002.
Como foi bem observado aqui embaixo nos comentários, a nossa repórter Kátia Chagas informa na Gazeta do Povo que a Assembléia Legislativa acaba de estender o benefício da meia entrada aos professores da rede pública e particular.
O projeto, da deputada Rosane Ferreira (PV), ainda depende da sanção do governador Roberto Requião. E há outro em trâmite concedendo a meia entrada aos doadores de medula óssea. Não lhes parece muita generosidade com o bolso alheio?
Saudações, boêmios! Tem um monte de coisas que eu quero falar aqui com vocês, mas como estou sem muito tempo hoje, vou dar uma pincelada rápida em algumas das melhores baladas do fim de semana.
Para começar, amanhã (quinta), por volta das 22 horas, Dave Mustaine e seu mítico Megadeth estarão subindo no palco da Hellooch (Av. Des. Westphalen, 4.000). O show faz parte da turnê de lançamento do álbum United Abominations, que Mustaine diz ser o melhor da carreira de 25 anos da banda. A meia entrada antecipada – para estudantes e quem doar 1kg de alimento – custa R$ 90, à venda nas lojas Dr. Rock, Let's Rock, Michelli Boardshop São José dos Pinhais ou pelo Disk Ingressos, nos quiosques dos shoppings Mueller e Curitiba e pelo telefone (41) 3315-0808. Informações e camarotes no (41) 3013-3374.
Megadeth.com

O que me faz pensar que os metaleiros de hoje têm muito mais sorte do que os da minha época, que precisavam esperar anos a fio e encarar excursões aterrorizantes para, com um pouco de sorte, ver bandas como a norte-americana Megadeth em festivais do eixo Rio-São Paulo. Agora ela – e outras, como o Nazareth e o Deep Purple, que parece que vêm todo o ano – tocam aqui na Hellooch ou no Curitiba Master Hall. Para pensar na cama: Curitiba entrou definitivamente no circuito internacional do rock ou são as bandas que estão decadentes e tocam onde forem chamadas? Hã?
Mudando radicalmente de tribo, os manos do hip hop podem conferir o show do rapper americano Akrobatik – aquele do single “Ruff Enough” – sexta-feira, a partir das 22 horas, no novo John Bull Music Hall (o antigo Via Rebouças, na rua Engenheiros Rebouças, 1.645). Mais detalhes pelo telefone (41) 3252-0706 ou neste site.
Duas grandes bandas paranaenses fazem rodada dupla neste final de semana: o Blindagem volta a dividir o palco do Guairão com a Orquestra Sinfônica do Paraná, na segunda edição do projeto Rock em Concerto, que marca o lançamento do CD e DVD das apresentações do ano passado. Os shows acontecem sexta e sábado, a partir das 20h30, com ingressos (inteiros) entre R$ 40 e R$ 60. Informações: (41) 3304-7982 ou na página do Guaíra na internet.
E o grupo Fato promove nos mesmos dias, só que às 21 horas e no Teatro Paiol, o show Balaio de Fato, com participações especiais de Mauricio Pereira (SP), Antonio Saraiva (RJ), Arthur de Faria (RS) e Siba Veloso (PE). Ingressos a R$15 ou R$7,50 + uma lata de leite em pó. E sábado, às 15 horas, ainda tem um bate-papo com os integrantes do grupo e os convidados no Conservatório de MPB de Curitiba, com entrada franca.
Ainda no sábado, a partir das 23 horas, o Castelo do Batel será o cenário da 11ª edição da famosa Festa à Fantasia do Tite Clausi. No line-up, Gui Thomé, Ale Rauen, Edgard Fontes, Mora, Leo Janeiro e o VJ Toshiro. Não será permitida a entrada para quem for “à paisana”. Ingressos antecipados a R$ 40 (feminino) e R$ 60 (masculino) – ambos para estudantes ou quem doar um agasalho. As peças entregues serão enviadas à Fundação Tomaz Edison de Andrade Vieira e ao Hospital e Maternidade Santa Madalena Sofia. Mais detalhes no site da festa.
E por fim no domingo, com início previsto para as 20 horas (e abertura dos portões às 16), o furacão baiano Ivete Sangalo traz seu show Ao Vivo no Maracanã para a Arena Expotrade (Rod. Dep. João Leopoldo Jacomel, 10.454 – Pinhais). Ingressos a R$ 27 para estudantes e quem doar 1kg de alimento. Informações e camarotes nos telefones (41) 3315-0808 ou (41) 3661-4000. Classificação etária 16 anos.
Agora é só escolher a sua balada e cair na folia! Na sexta eu volto... até mais!
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