Sábado, 04/07/2009
Safra de verão deve ser 22% menor. Dados em detalhes saem nesta terça-feira, dia 7
Rodolfo Bührer
Perdas são expressivas, mas menores do que se previa, disse o coordenador da Expedição Safra, Giovani Ferreira. Rodolfo Bührer
Analista da Safra & Mercado, Flávio França Jr. fez retrato do mercado e avaliou que produtor ainda pode ter lucro na soja e no milho.Rodolfo Bührer
Cerca de 300 pessoas participaram de palestras seguidas de almoço, servido na Casa do Criador.Rodolfo Bührer
O presidente da Sociedade Rural do Paraná, Alexandre Kireeff, o gerente de Comunidação da New Holland, Gustavo Cesário, e o vice-presidente da RPC Mariano Lemanski, durante o encerramento da Expedição Safra 2008/09.O coordenador da Expedição Safra, Giovani Ferreira, relatou que a estiagem do fim de 2008 reduziu em 24% o potencial produtivo das lavouras de soja e de milho. Com isso, o estado irá colher uma safra 22% menor nesta temporada em relação ao ciclo anterior. O estrago provocado pela seca foi significativo, mas está aquém do prejuízo estimado inicialmente, avaliou.
Segundo Flávio França Jr., mesmo com a quebra, o produtor paranaense vai conseguir ter lucro com a soja e com o milho neste ano. O economista mostrou que, apesar das cotações estarem mais baixas em dólar, o preço da soja em real está muito próximo do praticado em abril de 2008.
“Mas o resultado não será tão bom quanto no ano passado por causa dos custos elevados e da seca”, disse. A crise econômica global, a escassez de crédito e a volatilidade dos mercados ajudam a reduzir a margem de lucro do produtor.
“Estamos vivendo o auge da crise. Os primeiros sinais de recuperação serão observados no segundo semestre de 2009. O mercado de grãos não está exatamente ruim, mas com toda essa crise espalhada não é hora de fazer ‘charminho’. O produtor tem de aproveitar picos de preço e oportunidades de negócio”, aconselhou o analista.
Segundo ele, a tendência é de cotações mais baixas na Bolsa de Chicago no segundo semestre, mas os preços internos podem continuar fortalecidos caso as exportações apresentem bons resultados.
Números mais detalhados saem na edição desta terça-feira (7) do Caminhos do Campo, encartado na Gazeta do Povo e no Jornal de Londrina.
A Expedição RPC e o ministro da Agricultura foram recebidos por migrantes paranaenses e gaúchos
Uma colônia cravada no Sul do Piauí, onde só se chega de caminhonte e avião, reuniu mil produtores para o lançamento nacional da colheita da soja, quinta-feira. A convite da Expedição Safra RPC, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, participou da festa, organizada pelos agricultores, a maioria deles migrantes do Paraná e de Santa Catarina.
Valterci Santos/Gazeta do Povo
Stephanes conversa com produtores e ouve reivindicações da colônia Nova Santa Rosa, em Uruçuí, no Piauí.Valterci Santos/Gazeta do Povo
O ministro pilotou uma colheitadeira. Lavouras da região foram plantadas de forma escalonada para facilitar a colheita.Valterci Santos/Gazeta do Povo
O coordenador da Expedição Safra e diretor do Núcleo RPC de Agronegócio destacou o potencial de expansão da agricultura na região.Valterci Santos/Gazeta do Povo
Autoridades e produtores mais distantes foram ao lançamento da colheita de avião, causando congestionamento no aeródromo de Nova Santa Rosa.O ministro, que esteve na região há dez anos, época em que os primeiros agricultores do município gaúcho de Santa Rosa estavam chegando ao Piauí, se mostrou surpreso com a expansão das lavouras.
Hoje a comunidade cultiva 35 mil hectares. Os moradores de Nova Santa Rosa ainda não têm rede de energia elétrica, rede de água, estradas asfaltadas ou posto de saúde. Praticamente todos os serviços públicos são bancados pela comunidade.
Esses problemas foram apresentadas às autoridades durante o lançamento da colheita. O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), e os representantes da prefeitura de Uruçuí disseram que uma série de medidas serão tomadas e que a rede elétrica deve ser ligada em breve. A estação que vai fornecer energia a Nova Santa Rosa foi inaugurada no mesmo dia do lançamento da safra.
Se as promessas de Dias se cumprirem, ainda neste ano devem ter início as obras de asfaltamento da Transcerrado, que vão facilitar o acesso da população migrante a serviços públicos, bem como o escoamento da safra, que ocorre pelo Maranhão.
Com o ministro da Agricultura, a Expedição Safra abre hoje (26/03) a colheita de grãos no Matopiba, região descoberta e explorada por agricultores do Sul do país

O interesse pela região, no entanto, é pautado não pela extensão explorada atualmente, mas pelas projeções de incorporação de novas áreas à produção agrícola. Números da Expedição da Safra da RPC, que no ano passado mapeou a região com um grupo de técnicos e jornalistas, revelam que em até 10 anos o mapa agrícola do Matopiba pode saltar para 10 milhões de hectares. A depender de uma série de variáveis, como infraestrutura, clima, mercado e preço, soja e milho (as duas culturas respondem por 80% da produção brasileira de grãos) podem ganhar 6,5 milhões de hectares.
A largada da colheita será no Distrito de Nova Santa Rosa, município de Uruçuí, a 600 quilômetros da capital, Teresina, com a participação do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. Nessa localidade vivem 120 famílias, migrantes principalmente do Rio Grande do Sul e do Paraná. A intenção dos produtores é destacar ao ministro o que eles chamam de diferencial logístico da fronteira Matopiba, devido á proximidade do porto e do centro de consumo que cresce nos estados do Nordeste.
Na parte de cima do mapa brasileiro, o agronegócio revela um ciclo diferente da produção de grãos no país. Enquanto no Sul a colheita da safra de verão está na fase final, no Centro-Norte ela está apenas no começo, no caso do Piauí. Quanto mais para cima, explica Robson Mafioletti, da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), como na região de Chapadinha, no Maranhão, próxima a São Luiz, a safra termina ainda mais tarde, entre maio e junho.
As informações e projeções de área no Matopiba foram organizadas e levantadas com apoio da equipe técnica da Expedição Safra, que conta com a participação de analistas da Ocepar, Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Federação da Agricultura do Paraná (Faep).
O presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, e o governador do Piauí, Wellington Dias, também acompanham a comitiva do ministro.
Serviço: a programação da abertura simbólica da colheita será desenvolvida a partir das 10 horas. A comitiva do ministro Reinhold Stephanes chega ao Distrito de Nova Santa Rosa próximo das 12 horas. A organização do evento é da Associação de Produtores Serra Branca, com apoio da equipe da Expedição Safra.
Leia mais na edição desta quinta-feira da Gazeta do Povo. www.gazetadopovo.com.br
Depois de rodar 16,5 mil quilômetros pelo Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e nos Estados Unidos, a Expedição Safra 2008/09 encerra a segunda fase do trabalho de campo.
Na primeira etapa, no início do ciclo, foram mais 9,4 mil quilômetros. Do início ao final da safra 2008/09, de setembro a março, são quase 26 mil quilômetros.
Os técnicos e jornalistas fazem agora a tabulação dos dados, para apontar o tamanho da safra no Paraná. O objetivo principal é dimensionar o estrago feito pela estiagem.
Os dados finais serão apresentados em um seminário técnico, que ocorre em 4 de abril, na Exposição Agropecuária de Londrina, Norte do Paraná. Em meados de janeiro, a Secretaria da Agricultura (Seab) e as cooperativas divulgaram dados de quebra entre 24% e 29%. O número da Expedição deve ficar entre 20% e 25%.
As informações apuradas até agora e o balanço final estão sendo publicados nos veículos da RPC.
Técnicos e jornalistas iniciam a tabulação dos dados sobre o balanço da safra 2008/09
Antônio Costa/Gazeta do Povo
Café irrigado em Cristalina, Goiás.Albari Rosa/Gazeta do Povo
Colheita de milho para semente em Uberlândia (MG).A Expedição Safra RPC encerrou na semana passada um circuito de 8 mil quilômetros pelo Sudeste brasileiro. Em duas equipes, os técnicos e jornalistas percorreram regiões produtoras de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. No roteiro, muita soja e milho, mas também muita diversificação e tecnologia. De amendoim à abóbora, esses estados revelam um agronegócio bastante peculiar, que vai além dos grãos tradicionais, do café, do gado ou da cana-de-açúcar. Os paulistas, que tem a maior área de cana do país, são os campeões na produção de amendoim. Os mineiros, que dominam a tecnologia do milho, abastecem o Brasil e ainda exportam abóbora. Em Goiás, não é diferente. Mas por lá é o gado que ganha destaque em meio às lavouras.
A equipe entra agora na fase da tabulação de dados, para dimensionar o estrago feito pela estiagem que castigou o campo no final do ano passado e apontar o tamanho da safra no Paraná. Em janeiro, a Secretaria Estadual da Agricultura e as cooperativas divulgaram números de quebra entre 24% e 29%, média global para soja, milho e feijão. A Expedição deve trazer um dado de um porcentual menor, de 20% a 25%. Os dados finais serão apresentados no Seminário Técnico da Expedição Safra, que ocorre dentro da Exposição Agropecuária de Londrina, no dia 4 de abril.
O trabalho de sondagem da safra 2008/09 começou em setembro, quando a Expedição foi a campo antecipar as tendências do ciclo atual. No ano passado, as equipes percorreram o Paraná e foram as Estados Unidos acompanhar o início da colheita norte-americana. Na etapa final da produção, os expedicionários voltaram a campo para o balanço do verão. Novamente rodaram o território paranaense e seguiram em busca de um contraponto no Sudeste. Em fevereiro, ainda retornaram aos EUA para participar do Agricultural Outlook Forum, evento organizado pelo governo daquele país e que discute as tendências do agronegócio mundial.
Desde a primeira etapa, terão sido percorridos mais de 25 mil quilômetros, visitadas perto de 150 propriedades, 100 municípios, quatro estados, e o Distrito Federal, além dos EUA. O resultado desse levantamento está nos veículos de comunicação da Rede Paranaense de Comunicação (RPC). Toda a viagem, no Brasil e no exterior, foi acompanhada por analistas da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Federação da Agricultura do Paraná (Faep), responsáveis pelo apoio técnico.
Lei mais sobre o Sudeste na edição desta terça-feira da Gazeta do Povo www.gazetadopovo.com.br.
O Diário de Bordo da Expedição está no endereço www.rpc.com.br/expedicaosafra .
Desvantagem logística do Sudoeste Goiano em relação ao Paraná tende a desaparecer
Antonio Costa
Primeiro lote de obras da ferrovia Norte Sul em Anápolis promete aproximar Goiás da China.No trajeto entre Rio Verde e o Distrito Dederal, a Expedição Safra conferiu o início das obras da ferrovia Norte Sul, que vai dar saída à produção para as regiões Norte e Nordeste. A grande expectativa é encurtar o caminho à China.
Com a ampliaçao do Canal do Panamá, o percurso feito em 30 dias até o mercado asiático por ser reduzido em um terço, contam os produtores. Se isso ocorrer, não valerá mais a pena exportar por Paranaguá (PR) e o custo do escoamento deve cair substancialmente, melhorando a margem de lucro da cadeia dos grãos e da carne.
Viagem pela região goiana que é líder estadual na produção de grãos constata problemas graves no escoamento
Antonio Costa
Acostamento é mais confortável que o asfalto na BR-452, próximo a Ibumbiara.Os 200 quilômetros que separam Itumbiara e Rio Verde, no Sudoeste de Goiás, se transformaram em um pesadelo para os produtores. Trata-se da principal ligação entre Rio Verde, centro da produção de grãos goiana, e o Sudeste brasileiro, bem como em direção ao Porto de Paranaguá, no Paraná, por onde sai praticamente toda a produção exportada.
Os caminhoneiros são obrigados a transportar os grãos não processados na região por vias que prolongam o caminho em até 100 quilômetros.
A BR-452 tem buracos que expulsam qualquer veículo da pista. O acostamento é melhor que o asfalto. Muitas vezes, os caminhões chegam a transitar no acostamento da contramão.
Antonio Costa
Principal ligação entre Rio Verde, região dos grãos, e Ibumbiara, foi praticamente abandonada por causa da pista ruim.O transporte caro reduz os preços pagos ao produtor. As cotações ficam até R$ 8 abaixo das praticadas no Paraná por saca de soja. A matéria-prima barata favorece a instalação de grandes indústrias consumidoras de soja e milho, que estão multiplicando aviários e criadouros suínos.
Com menor preço e piores condições de produção, a região que depende do trecho mais esburacado de rodovia de Goiás torce para a conclusão da Ferrovia Norte Sul, cujas obras do Lote 1 estão ainda no começo, em Anápolis, entre Goiânia a Brasília.
Metade do volume de milho colocado no mercado pela unidade de produção de sementes da Monsanto em Uberlândia será de Bt
Albari Rosa/Gazeta do Povo
Unidade de produção de sementes da Monsanto, em Uberlândia, Minas Gerais.Paulo Sérgio Zamboni, responsável pela área de manufatura, explica que eles trabalham com milho e sorgo, mas o cereal responde por 90% do movimento. No local são produzidas sementes das marcas Agroceres e Dekalb.
Milho Bt
A expectativa da Monsanto com a unidade de Uberlândia é que 50% da produção de sementes colocada no mercado na safra 2009/10 seja de milho Bt, resistente à lagarta do cartucho. Se em maior ou menor volume, isso vai depender do mercado, do produtor, diz Zamboni. A julgar pelos benefícios da nova tecnologia, ele acredita que em pouco tempo quase que a totalidade da área de milho no Brasil, excetuando-se a faixa de refúgio, será coberta com variedades Bt, seja na safra normal ou na safrinha. Zamboni destacou ainda que o milho com gene Roundup Ready, aprovado pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), será outra ferramenta que, ao lado do Bt, promete tornar o cereal mais competitivo no Brasil.
Tanto o milho Bt como o RR são de primeira geração. Apesar de autorizada em outros países, como nos Estados Unidos, a tecnologia de genes combinados ainda é incipiente no Brasil.
Albari Rosa/Gazeta do Povo
Não estava chovendo, mas a equipe que passou por Patrocínio, Minas Gerais, precisou acionar o 4x4.Desde São Paulo, o cenário no campo é de diversidade e diversificação, de culturas e da propriedade
Albari Rosa/Gazeta do Povo
Área de reflorestamento com eucalipto, em Uberlândia, Minas Gerais, na região do Triângulo Mineiro.Depois de cruzar o estado de São Paulo, uma pelo Oeste e outra pela área Central, as duas equipes da Expedição Safra percorrem nesta semana regiões produtoras de Goiás e Minas Gerais. Um dos grupos está em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, onde começou as visitas já no sábado. O outro está em Rio Verde (GO). O trabalho em território goiano também começou no sábado, por Itumbiara. As regiões visitadas são o retrato da diversidade de culturas diversificação da atividade, do café à cana, da soja ao amendoim.
Albari Rosa/Gazeta do Povo
O produtor Lucas, no Triângulo Mineiro, tem pelo menos nove culturas em sua propriedade.A agenda mineira começa em centro de pesquisa de milho e sorgo, da multinacional Monsanto. Inaugurado em 2001, o complexo de pesquisa e produção de sementes recebeu investimentos de US$ 40 milhões. Com capacidade para beneficiar 30 mil toneladas anuais de sementes de milho e sorgo, a unidade exporta sementes para os demais estados brasileiros, assim como para países da América Latina, como Argentina, Paraguai e Bolívia, e outros países da faixa tropical do planeta, como África do Sul, Tailândia e Austrália.
A Monsanto optou por Uberlândia para realizar este investimento pelas características da região, em termos de localização geográfica. AS condições favorecem a produção de sementes. Em Uberlândia se encontram áreas similares às terras altas brasileiras (entre 900 m -1000 m de altitude) e às terras baixas (entre 400 m e 500m), o que permite o desenvolvimento de variedades adaptadas a praticamente todas as condições climáticas brasileiras.
A equipe de Goiás tem compromisso na Comigo, uma cooperativa de beneficiamento, industrialização e comercialização de produtos agrícolas, fundada em 1975, em Rio Verde. Com 4 mil cooperados, a cooperativa se prepara para mais uma edição da TecnoShow Comigo, a maior feita de tecnologia agrícola e pecuária do estado, que neste ano ocorre de 31 de março a 4 de abril. No ano passado, o evento atraiu mais de 50 mil pessoas e 250 expositores.
Em duas equipes, Expedição Safra segue para Minas e Goiás em mais de 4 mil quilômetros de rodagem
Muita estrada e diversidade. A Expedição Safra percorre o Sudeste brasileiro desde quarta-feira (4) para conferir a produção agrícola de uma das regiões mais importantes em termos de geração de renda no Brasil.
Antonio Costa
Expedição atravessa milharal no Cerrado do Triângulo Mineiro. Viagem de retorno será quarta-feira.No interior paulista, que tem PIB maior que o do Chile, duas equipes seguiram, a partir do Centro-Leste e do Oeste, em direção a Minas e Goiás. A sondagem será concluída em campos goianos, com retorno a Curitiba na próxima quarta-feira.
São mais de 4 mil quilômetros, o maior trecho rodado em uma semana nesta safra pela Expedição, que já percorreu todo o Paraná e conferiu o Agricultural Outlook Forum, nos Estados Unidos.
O interior paulista, percorrido na última semana, se mostrou como uma colcha de retalhos. A região dos grãos, mais próxima ao Paraná, vai perdendo espaço para a cana-de-açúcar e o gado de corte nas regiões à frente. Laranja, seringueira, amendoim, leite são algumas das alternativas. Ainda é possível encontrar pequenas plantações de café, cultura praticamente eliminada nas últimas três décadas.
Mobilização
Na chegada em Goiás, a Expedição Safra acompanhou, em Ibumbiara, a primeira edição do CNA em Campo, evento da confederação dos agricultores, a CNA, que busca realinhar o setor. O clima é de mobilização por mudanças na legislação ambiental e pela renegociação das dívidas acumuladas na última década.
"Não existe como colocar em prática a reserva legal do jeito que está. Em relação às dívidas, não vamos esperar propostas do governo, estamos estudando uma forma de resolver o problema juntos", disse a presidente da CNA, Kátia Abreu.
Antonio Costa
Kátia Abreu reza Pai Nosso no encerramento do CNA em Campo, que mobiliza o setor por mudanças na legislação ambiental e renegociação de dívidas.CBF Camp em Curitiba + a festa dos fãs de Twilight + sessões especiais de 17 Outra Vez
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