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Quinta-feira, 28/08/2008

Blogs > Relacionamentos

Relacionamentos

Quem faz o blog
15/08/2008 às 08:16

15 de agosto - Dia dos Solteiros

Vivemos a era dos ideais de consumo, egoísmo, individualismo, imediatismo e do narcisismo em alta

Quinze de agosto é o Dia dos Solteiros. Quem está só por opção acha justo ter no calendário um dia dedicado aos avulsos. Se existem datas para os pais, mães, crianças e namorados, por que não para quem está solteiro?

Aquele que acredita que é impossível ser feliz sozinho prefere nem lembrar que a data existe. A preocupação de chegar aos 30 e não ter encontrado um par para se casar já não atormenta tanto as pessoas. Há quem opte por priorizar a vida profissional mais do que ao casamento. Pelo menos num determinado momento.

Até ser chamado de “tio” ou “tia” nem soa mais como cobrança na sociedade atual. Nossa realidade mostra o grande interesse das pessoas em si mesmas. Sim,vivemos tempos que propiciam atividades solitárias:Internet, tv, academia, ir ao cinema ou a balada. As pessoas gastam um bom tempo com o seu bem-estar preocupados com a qualidade de vida e com a estética. Espelho, espelho meu, existe alguém mais “interessante” do que eu? A auto-suficiência impera. É óbvio que a pessoa pode se vestir bem, ser vaidosa e se preocupar com consigo mesma. Massageia o ego e eleva a auto-estima. Faço referência aos excessos. O desfrute individual exagerado rivaliza com o amor e com a sociabilidade em geral.

A teoria dos solteiros convictos é: antes só do que mal acompanhado. Claro, se não for para ter ao lado uma pessoa bacana, companheira e cúmplice, melhor não apressar o rio, ele corre sozinho...

Henrique, 40 anos, solteiro, arquiteto, relata que enquanto a sua cara-metade insiste em não cruzar o seu caminho, prefere investir em viagens, na carreira, sair com os amigos e visitar os parentes que moram no interior da Bahia. “O importante é deixar as coisas acontecerem naturalmente. Sem pressão”, diz.

Este não é o caso de Fabíola, 37 anos, solteira, promotora de justiça. O seu sonho desde pequena era ser promotora. Sem condições financeiras para estudar em bons colégios só conseguiu passar no vestibular aos 25 anos. Quando terminou o curso de Direito outro drama começou. Não conseguia passar no concurso do Ministério Público para se tornar promotora. Até então a vida amorosa foi literalmente deixada ao acaso. Hoje plenamente realizada na profissão, já seu deu conta de que a vida é feita de escolhas.
O sonho da maternidade começa ficar complicado. Os homens em geral quando desejam ser pai tem escolhido parceiras mais jovens. “De que adianta ter dinheiro para fazer o que quiser, ter liberdade de ir e vir e não ter alguém especial para amar e ser amada... Não consigo ser feliz sozinha”, confessa.

De bem com a vida

Viver sozinho pode ser uma escolha. O lado bom é a liberdade. É muito bom ter autonomia para poder ir e vir sem ter que dar satisfação. Outra vantagem é poder sair com quem quiser sem ter que prestar contas. Sem contar que ninguém vai brigar porque a toalha molhada está em cima da cama.

Muitos optam por mudar de vida após uma separação, desilusão amorosa ou dedicação excessiva à vida profissional, um curso ou até a dificuldade de conhecer gente interessante e compatível para um novo relacionamento. Enquanto o amor não acontece, há uma cultura que propicia encontros efêmeros.

O aumento do número de pessoas que habita um domicílio unipessoal nos grandes centros urbanos é uma tendência mundial. Isso se deve em parte ao grande número de divórcios, ao aumento da longevidade da população e em caso de viuvez, em geral, o outro cônjuge passa a viver sozinho; e ao crescimento das uniões informais, onde o casal decide optar por morar em casas separadas.

Os solteiros convictos, que não pensam na vida a dois, investem em seu próprio conforto e prazer. São muito exigentes em suas opções de consumo e ávidos por novidades. Adoram lançamentos, são extremamente dedicados aos amigos, viajam em grupos, canalizam a energia para o trabalho e à carreira.

Por onde andam os solteiros?

- Praticando esportes
- No curso de idiomas
- Na academia: quem curte cuidar do corpo e adora apreciar corpos sarados
- Fazendo novo curso: visando crescimento pessoal e profissional
- Nas Agências de Relacionamentos: em busca de um novo amor
- Freqüentando cursos alternativos: yoga, autoconhecimento e auto-ajuda
- Em bons restaurantes
- Nas programações culturais
- Na balada curtindo com os amigos O Dia dos Solteiros

É possível ser feliz sozinho?

07/08/2008 às 12:21

O novo papel do pai

O atual perfil da figura paterna passa longe do modelo autoritário e ausente do passado.

A redefinição do novo papel do homem e da mulher teve início a partir da entrada da mulher no mercado de trabalho.

A mãe sempre teve uma ligação mais forte com os filhos e não é apenas pela natureza biológica, mas sim pelo resultado histórico, social e cultural. A explicação é que os homens eram considerados incapazes de cuidar dos filhos. Mesmo diante de um posicionamento por parte do homem em assumir os cuidados com o filho, essa possibilidade era negada pelas instituições da sociedade.

O pai ausente, pouco participativo, que não demonstrava seus sentimentos, pois isso era sinal de fragilidade, só se fazia presente na hora da bronca, de dar ordens e impor disciplina.

Felizmente, hoje o modelo é bem diferente. Vemos um pai mais presente, amoroso que cria vínculos afetivos fortes. Estou fazendo referência ao que se emociona, chora, troca fraldas, leva o filho para a escola e a noite, mesmo cansado, conta histórias até o filho adormecer.

O referencial masculino representa um suporte emocional de suma importância na vida de uma criança. Um pai, um tio ou um avô amoroso e próximo, certamente, representa auto-estima elevada, confiança e equilíbrio. O papel do pai é estimular a independência, dar limites e soltar as amarras dos filhos. Vale lembrar que afeto, bons exemplos e participação fazem parte de uma educação saudável.

Mas, entre a teoria e a prática, nem sempre é fácil educar os filhos e ser um bom pai.
A crescente competitividade do mundo moderno exige dos profissionais um esforço quase heróico. Graças a esse corre-corre do dia-a-dia a família tem ficado de lado.


O segredo para alcançar a felicidade está no amor e no carinho do ambiente familiar

À propósito, quando foi que você sentou com seu filho para bater um papo ou saiu com ele para um programa legal? Você lembra quando disse a ele pela última vez “eu te amo?” ou “eu gosto de você?” Há quem diga que o mais importante é demonstrar. Mas, demonstrar com um celular novinho ou com uma viagem a Disney? Muitos pais são capazes de fazer uma super festa no aniversário do filho, mas incapazes de dar um abraço carinhoso, um beijo ou dizer: “que bom que você existe”.

Concordo que numa época competitiva como a que vivemos, a luta por um lugar no mercado de trabalho tem feito os pais abraçarem o mundo. Trabalham demais para poder oferecer aos filhos uma boa estrutura e um padrão de vida digno. Sei, também, que não é fácil encontrar o ponto de equilíbrio para conciliar a vida profissional, pessoal e familiar.

“Os filhos choram porque precisam de seus pais, mas os pais não estão presentes para consolá-los. Os filhos riem e precisam dividir suas alegrias com pessoas de dentro de suas casas, mas os pais já não sabem mais rir, ou simplesmente já perderam a graça das coisas. Os filhos se apaixonam e querem compartilhar com seus pais esse sentimento, mas os pais não acreditam mais no amor, já não se amam mais e não conseguem entender por que aquilo é tão arrebatador para um adolescente. Os filhos se entristecem, mas os pais não percebem a tristeza deles, porque tristes os pais também são. Alguns pais já acreditam que é normal não ser feliz e nada fazem para mudar suas trajetórias. Porém, o mais triste é quando os filhos precisam ser filhos, mas não podem porque do outro lado não há ninguém disponível para ser pai ou ser mãe. Daí em diante, o que resta a eles é seguir em frente, sozinhos, sem pai, sem mãe, sem amor, vulneráveis às coisas do mundo”, diz Geraldo Almeida, no seu livro E quando os filhos não podem ser aquilo que os pais sonharam?

Uma família unida e feliz é fruto da consciência de que a felicidade é decorrente de pequenos atos do cotidiano. E, os pais têm uma responsabilidade enorme na condução de sua família. Cabe a cada um encontrar o equilíbrio necessário para construir seu próprio modo de exercer seu papel e contribuir para a formação das novas gerações.

31/07/2008 às 09:20

Amor e amizade são compatíveis

Um homem e uma mulher podem ser parceiros amorosos e amigos. O casal deve ter consciência de que isto é possível quando se aposta na aceitação, na tolerância e toma cuidado com as palavras.

Quando sozinhos sonhamos com o relacionamento ideal. Quando encontramos o par ficamos extasiados, sonhamos acordados e nem nos damos conta de que manter acesa a chama da paixão dá trabalho e requer empenho. Em geral, homem e mulher no início de uma nova relação estão se unindo a personagens, não a pessoas. Seres que se julgam perfeitos em busca do par perfeito. Pouco conhecimento de si mesmo versus total desconhecimento do outro. Por isso, em pouco tempo podem surgir as decepções. Um não suporta o fato de o outro não ser o que se esperava.

A amizade no relacionamento é muito importante, especialmente para preencher o vazio. Todos passamos por perdas materiais, frustrações, saudades. Nestas horas o casal precisa fortalecer a relação e a amizade.

O seu par é o seu melhor amigo? Se a resposta for afirmativa você sabe que há alguma coisa para celebrar, ninguém chega lá com facilidade. Se a resposta for negativa: você precisa de uma terceira pessoa para ser você mesmo? Para confidenciar o que não tem coragem de contar ao parceiro? O melhor indicador do sucesso de um casamento é a amizade entre o casal. Um casal amigo tem na cumplicidade os ingredientes para apimentar e a reascender o desejo.

Um amigo se encanta com a simples presença do outro e fica feliz com as suas conquistas. O vínculo entre amigos se estabelece de graça. Quando você está conversando como amigos, você não está tentando mudá-lo e vice-versa. Você pode sim, ser você mesmo, relaxar e se divertir muito com a conversa. Como é maravilhoso sentir-se bem e seguro com o outro, abrir sua alma, se entregar sem medo de ser rejeitado ou cobrado, em receber conselhos que não foram pedidos!

O casal deve e pode se divertir juntos. É o momento ideal para aprofundar a amizade e o relacionamento.
É hora de quebrar a rotina, sair do “ninho”, deixar os problemas em casa, sair do estresse, buscar qualidade de vida e sair para curtir.
Jantar a dois ou com os amigos, dançar, viajar, ir a um cinema, pousada, motel, assistir uma palestra, passear de mãos dadas no parque, ou seja, escolher um hobby ou interesse em comum.

É preciso lembrar que o fato de serem super amigos não deve ser impedimento para que cada um mantenha seus próprios amigos. O respeito à individualidade deve ser respeitado.

Existe uma infinidade de atitudes que contribuem para minar nossa felicidade. A vida impõe situações e acabamos, mesmo sem querer, magoando quem mais amamos. Por isso, é preciso muito cuidado com as palavras. Desqualificar e inferiorizar o outro inviabiliza a amizade. Troca de acusações, ofensas, críticas e jogo de dominação corroem a alegria do convívio. O remédio para essa encrenca toda se chama aceitação. E um pedido de desculpas sempre cai bem.

Amar, certamente, não representa aceitar tudo. Ninguém é capaz de corresponder a todas as nossas expectativas. Sempre haverá reclamações, cobranças, desentendimentos e ajustes a serem feito. É nisso que consiste o crescimento.

Um amor verdadeiro cresce a cada momento, a cada olhar e se torna mágico nos pequenos gestos. Aceite o seu amor do jeito que ele é! Uma vida feliz a dois faz muito bem à sua alma, ao corpo e ao coração. Por isso, transforme o seu amor no seu melhor amigo. E cuide bem dele!

Tem gente que acredita que é impossível ter o parceiro como melhor amigo. E você, caro leitor, o que pensa a respeito?

24/07/2008 às 11:50

Voce acredita em amor à primeira vista?

Quando se vive uma louca paixão, a pessoa identifica no outro o ideal de amor. É um estado de plenitude, em que entram em cena as reações bioquímicas.

Existem muitas coisas na vida pelas quais nos apaixonamos à primeira vista. Quase sempre nos sentimos atraídos pelos nossos sonhos. Um carro, uma profissão, uma viagem, um apartamento, um novo amor... E a conquista de cada um deles proporciona um enorme bem estar. Mas, é no campo amoroso, com a flechada do cupido, que ocorre o mais arrebatador dos sentimentos. De repente, basta uma troca de olhares para o inexplicável acontecer. Atração ou prazer à primeira vista? A famosa química ou o click? Pode ser. O fenômeno da atração ocorre com muita freqüência. Alguns minutos de conversa são o suficiente para fazer planos, sonhar acordado, idealizar e ficar pensando o tempo todo na pessoa.

No entanto, este sentimento necessita de reciprocidade para a sua evolução. Não basta apenas um sentir. Quase sempre o interesse mútuo se manifesta através da comunicação não verbal – o não dito - um olhar mais demorado, gestos, um sorriso. A partir daí vai depender da capacidade de cada um de fazer a leitura correta do que o outro pode representar neste momento e, principalmente, saber decifrar o que ele vier a dizer em poucas palavras. Saber equilibrar razão e emoção. Mas, na hora do encantamento, alguém está interessado nisso? O objeto da paixão se torna o ser mais admirado e estar ao seu lado faz a vida mudar de cor. O próximo passo? Arriscar. Partir para a conquista, descobrir mais sobre a outra pessoa. Mesmo que a impressão inicial se desfaça logo, você tentou. Não se desespere. Segundo as estatísticas, somente um em cada dez casais afirma ter se apaixonado à primeira vista.

“O coração tem razões que a própria razão desconhece”, Blaise Pascal.

17/07/2008 às 11:47

O cigarro afasta paqueras

O vício do cigarro é empecilho para encontros amorosos e até para o sexo.

Não é novidade para ninguém que fumar faz mal à saúde. Um indivíduo que fuma um maço de cigarros por dia tem um risco 20 vezes maior de desenvolver um câncer de pulmão do que um não fumante. Há alguns anos fumar era bacana. Hoje é considerado cafona. E a cada dia que passa os fumantes são penalizados de alguma forma. No restaurante são convidados para freqüentar a sala de fumantes, no trabalho devem se dirigir ao “fumódromo” e nos relacionamentos amorosos devem no mínimo ser fumantes comportados: lavar as mãos e escovar os dentes depois de fumar, não fumar no carro e nem no quarto.

Não sou fumante. Nunca fumei, mas tenho à minha volta pessoas queridas que são fumantes. No meu dia-a-dia, venho observando que o cigarro tem um impacto negativo na vida afetiva. Os homens não fumantes raramente aceitam namorar uma mulher fumante. No entanto, 65% das mulheres aceitam um homem fumante. A mulher acredita que por amor o parceiro poderá abandonar o vício. O homem, muitas vezes, alega que corre o risco de voltar a fumar se vier a se relacionar com uma fumante. A cada ano que passa o número de amantes do tabaco vem diminuindo, sim. Em 1995 quando a Golden Years iniciou suas atividades 24% dos cadastrados eram fumantes. Hoje são somente 6%, e as mulheres a maioria( 4%).

A ex-namorada do engenheiro Silvio, 37 anos, não se importou ao saber que ele era fumante. Mas, com o passar do tempo os problemas começaram a surgir. Ela passou a dizer que definitivamente não suportava o cheiro e as brigas passaram a ser freqüentes por causa do vício. “Não podia beijar, nem encostar a mão no cabelo dela com cheiro de cigarro. Eu procurava evitar acender um cigarro quando estava com ela, e quando não tinha jeito eu chupava balas de menta para disfarçar, mas mesmo assim ela implicava. Ela dizia que para cada dois cigarros que eu fumava ela, como não fumante, inalava a nicotina de meio cigarro. O namoro acabou exclusivamente por causa do meu vício”, conta.

Paula, 27 anos, parou de fumar motivada pela insistência do namorado. “De tanto reclamar, ele aos poucos foi me mostrando o quanto o meu vício era terrível e que, jamais teria filhos comigo nesta circunstância. Levei um susto. Fiquei dez dias sem fumar. Depois desse tempo, mais dez dias e assim, sucessivamente até parar. Hoje fico incomodada com o cheiro da fumaça”, relata.

Cigarro afasta paqueras – Este é o título do artigo publicado na Revista Uma:
Fumar não faz mal somente à saúde, mas também à vida afetiva. Essa é a conclusão de uma pesquisa divulgada em 2006 pela indústria farmacêutica Pfizer, feita com 1,5 mil brasileiros com mais de 18 anos. Dos entrevistados, 62% são não fumantes. Os amantes da nicotina revelaram que 22% deles já sentiram rejeição para um encontro amoroso por terem o hábito de fumar, enquanto 7% admitiram que o vício foi um empecilho até para consumar uma relação sexual. Somando todos os participantes, seis entre dez brasileiros consideram o cigarro "nojento" e 34% do grupo confessou que ele é capaz de diminuir a atração por um (a) parceiro (a) em potencial. Além do aroma, tachado de ruim, asfixiante e insuportável, o fato de a pessoa provavelmente não se preocupar com a saúde aponta negligência. Os fumantes, por outro lado, opinaram que o cigarro tem uma aura de sensualidade. A Pfizer disponibiliza em seu site informações sobre Tabagismo (www.euqueroparar.com.br).

Você, caro leitor, concorda que o cigarro tem um impacto negativo na vida amorosa?

09/07/2008 às 20:47

Sexo e Menopausa

Mudanças naturais do sexo na Idade Madura

A nossa sociedade é induzida a valorizar a juventude e a beleza física para vender desde bebida alcoólica, sandália a carros. O mercado não é muito favorável à imagem de pessoas maduras.
Na verdade, poucas são as pessoas que gostam de imaginar o pai, a mãe ou a avó em cenas com apelo sexual, expondo seus corpos com o intuito de sugerir o consumo de algum produto.

No entanto, hoje comprovadamente as pessoas estão sendo favorecidas pela medicina e têm a perspectiva da longevidade. O processo de envelhecer ocorre desde que nascemos, mas há uma maior preocupação quando nos deparamos com a chegada da menopausa ou da andropausa. Somente quando nossas funções vitais vão sendo perdidas é que nos damos conta de que o tempo passa muito depressa. Tem gente que só se preocupa com a qualidade de vida quando surge o esquecimento, os sintomas físicos como dores, quedas, osteoporose, diminuição do desejo sexual ou falta de ereção.

A principal característica da menopausa é a parada completa da menstruação. De acordo com os estudos, ela ocorre entre os 45 e 50 anos e pode ser definida como a diminuição de funcionamento dos ovários, órgãos responsáveis pela produção de dois hormônios femininos, a progesterona e o estrogênio.

O climatério antecede a menopausa. Nesta fase, a mulher começa a perder sua capacidade reprodutiva. Um dos principais sintomas da menopausa relacionados à atividade sexual feminina é a secura vaginal que afeta a libido. A vagina sem lubrificação transforma o ato sexual em algo doloroso. Por isso, muitas mulheres têm mais dificuldade de chegar ao orgasmo. Nestes casos o uso de cremes lubrificantes é aconselhável, bem como a possibilidade de reposição hormonal. Um outro fenômeno que ocorre é a perda de gordura localizada nos grandes lábios, fazendo com que a vagina diminua de tamanho e esteja mais propensa a sofrer dor durante a transa. Outro aspecto que também interfere na atividade sexual é a diminuição de estrogênio, que provoca redução do brilho da pele e maior distribuição de gordura na região da cintura e da barriga.

Quando o sexo já não é mais satisfatório, muitas vezes, é porque o relacionamento anda desgastado e, é certo que a menopausa será apontada como a grande culpada das dificuldades da relação.

Algumas mulheres experimentam uma melhora na vida sexual e no seu desejo com o fim do ciclo menstrual. Livres da TPM, da temida gravidez indesejada e com os filhos já criados sentem-se mais plenas e prontas para cuidar da própria vida. Com mais tempo para si mesmas, podem ir à academia, encarar alguma cirurgia plástica. Com a auto-estima elevada, de bem com a vida e fazendo uso da fantasia para despertar maior prazer no ato, o orgasmo da mulher na menopausa pode ser muito intenso. Um verdadeiro reflorescimento da vida sexual.

Sintomas da Menopausa

. insônia
. irritabilidade
. ondas de calor
. depressão
. suor noturno
. ressecamento vaginal
. menor desejo sexual
. dor durante o ato sexual
. diminuição da atenção e memória
. tristeza, desânimo
. fadiga
. baixa auto-estima

Viver bem

. O primeiro passo é conversar com o ginecologista sobre a reposição
hormonal.

. Boa alimentação e exercícios físicos diários são fundamentais. O ideal é
manter um cardápio com alimentos ricos em proteínas, fibras, verduras e frutas. Com relação aos exercícios, a caminhada e a natação são recomendadas, e, inclusive, a yoga para relaxar.

. Caso surjam sintomas de tristeza, desânimo, baixa auto-estima, procure uma orientação profissional.

. Peça ajuda do parceiro para estimular o seu desejo sexual. Não esconda dele as suas dificuldades, falta de libido. Com carinho e compreensão poderá usufruir melhor sua sexualidade.

02/07/2008 às 18:47

O relacionamento acabou, viva a amizade!

Não são poucos os relacionamentos amorosos que terminam embalados pelo clássico e educado fora “é melhor a gente
ser só amigos”. Tem gente que não consegue se imaginar trocando beijinhos no rosto e confidências sentimentais com quem já dividiu uma cama de casal.

Na teoria, tudo parece perfeito. Mas quando uma das partes ainda gosta, é quase impossível. E quando o rompimento acaba em briga, é claro que não há chances de manter uma amizade.

Em muitas situações a amizade ocorre muito tempo após o término do relacionamento. Até porque é preciso elaborar a perda, trabalhar bem a ruptura do vínculo, elevar a auto-estima e passar a ver o outro como uma pessoa qualquer e não como um ex.

Os arquitetos Elisa e Humberto terminaram um casamento de dez anos. Aos poucos já vinham percebendo que eram companheiros, parceiros profissionais, mas que o fogo da paixão e do tesão apagara há tempos. Decidiram continuar apenas com o negócio. Elisa optou por ficar na dela e não aceitar conversas sobre a vida pessoal. Passados dois anos, num evento, se divertiram, trocaram confidências e decidiram construir uma relação de amizade verdadeira. O tempo apaga mágoas, decepções e faz as pessoas perceberem que, em muitos casos, mais vale uma amizade sincera do que uma relação desgastada, sem futuro, onde dois seres infelizes mal se suportam.

É óbvio que é impossível terminar um casamento ou um namoro e no dia seguinte se declarar o melhor amigo do ex. É preciso, sobretudo, dar tempo ao tempo. Pessoas bem resolvidas conseguem driblar crises de insegurança e de ciúmes que a proximidade pode desencadear. O mais difícil é o atual parceiro aceitar que o ex ainda tem “cadeira cativa” na vida do ser amado. Não basta amar, a confiança é a base do relacionamento.

25/06/2008 às 18:43

Você costuma criticar as pessoas que ama?

A característica fundamental do ser humano é a sua imperfeição e a sua transitoriedade.

Muitas pessoas tendem a criticar constantemente as pessoas que as rodeiam. Mas, quase sempre o parceiro é a maior vítima. Costumamos sempre ficar apontando os pontos negativos dos outros. Como seres imperfeitos, nem sempre, temos a consciência dos aspectos que atrapalham a nossa felicidade amorosa. Muitas vezes, anseamos por um forte desejo de mudança, mas quando não encontramos as ações necessárias para nos transformar, é mais fácil mostrar ou exigir que o outro mude.
Esquecemos que toda mudança de comportamento é pessoal, intransferível e inalienável: ninguém muda ninguém.

Não critique o físico
As mulheres não suportam quando o parceiro faz comentários sobre suas gordurinhas extras durante o sexo. Além de se sentir incomodada, essa atitude cortará toda a inspiração do momento.

Não critique suas partes íntimas Sabemos que a "parte sexual masculina" é um drama para todos os homens. Se a anatomia ou a performance dele não for idêntica ao do seu parceiro anterior, não há motivos para discutir sobre isso. Os homens inseguros podem entender como crítica e apresentar dificuldades na hora da intimidade.

Será que falta compreensão?

Na hora de resolver os conflitos é que surgem as dificuldades. Um não sabe se expressar. É crítico e cruel. O outro por ser muito sensível fica magoado e entende uma crítica construtiva como sendo destrutiva. É preciso aprender a fazer e receber críticas construtivas. Deve existir um espírito conciliatório para absorver o conteúdo da mensagem. Ser tolerante com as falhas do parceiro.

Com o passar do tempo os casais costumam queixar-se de que não são compreendidos. Quando uma questão é colocada antes de concluir a exposição do assunto o outro já se coloca na posição de “atacado” ou ofendido. Os argumentos de defesa vêm em forma de crítica. Isso ocorre porque nem todo mundo consegue colocar as emoções de lado na hora do conflito. Poucos têm a habilidade de ouvir ativamente o outro. Para o casal que tem uma boa flexibilidade para conviver com as diferenças, resolver os conflitos aceitando que através da crítica construtiva podem ir se transformando e se lapidando, não há nada como uma boa discussão.

Roberto, engenheiro, 29 anos e Lucélia, advogada, 28 anos recém terminaram um namoro de quatro anos. Motivo: ela não agüentava mais ser criticada na frente dos familiares e dos amigos. Sempre que saíam com os amigos, após ingerir algumas latinhas de cerveja as criticas invariavelmente aconteciam. Era a cor do cabelo que não combinava. Ela demorava a se arrumar. O melhor amigo que não parava de ligar. Aos poucos o comportamento dele foi tornando a relação tensa e azeda. O comportamento crítico dele escondia mensagens destrutivas: a minha ex-não atrasava, ela era melhor do que você. A postura dele era centrar-se nos defeitos. Estava sempre criticando, julgando e controlando o comportamento dela. Lucélia costumava privilegiar as qualidades e os talentos do namorado.
Quando ela se deu conta de que não existe amor sem admiração, que as críticas destrutivas estavam minando a sua auto-estima e a sua alegria de viver, optou por terminar o namoro.

Muitos casais passam horas numa troca de “farpas”. São discussões repetitivas e intermináveis a cerca daquilo que seria insuportável aos olhos do outro. Todo o relacionamento pautado na expectativa de que o outro mude, pode acabar em frustração e fracasso. Quem se julga perfeito e não consegue lidar com as imperfeições alheias pode acabar saindo da rota do amor.

20/06/2008 às 15:44

A magia de um novo encontro

O verdadeiro desafio acontece no segundo encontro

Você conheceu uma pessoa especial com quem passou momentos maravilhosos. Alguém que tem bom gosto, senso de humor, sabe ouvir, totalmente disponível e, além de tudo isso, valorizou a sua companhia.
Tudo o que você queria. Você se deixou seduzir e está radiante. Mas, e agora? Será que vocês terão um segundo encontro?

Essa dúvida cruel que, geralmente, só aparece no dia seguinte, tira o sossego da maioria dos homens e mulheres que tiveram um primeiro encontro inesquecível e que adorariam repetir a dose. No entanto, nas questões do amor, as coisas nem sempre são tão simples como gostaríamos. O medo de ouvir um “não” pode inibir o convite para um segundo encontro.

Nesta hora a insegurança bate dos dois lados. Aparentemente, as mulheres sofrem mais com a expectativa de um novo encontro. Isso porque, a grande maioria, amarga a dura espera de um telefonema. E enquanto isso não acontece ficam se questionando porque se sentem um “trapo” quando não são correspondidas.

Bia, 33 anos, decoradora de interiores, independente, bonita, bem humorada costuma dizer que cansou de se sentir insegura emocionalmente depois de encontrar um homem interessante. Passava dias sem desgrudar um minuto do celular, ficava irritada com tudo e todos, mal conseguia se concentrar no trabalho e se perguntava: “Como pode uma mulher independente, bem sucedida profissionalmente, de bem com a vida, ficar angustiada por que o telefone não toca? Resolveu mudar a tática. Na despedida do primeiro encontro costuma dizer:“Gostei deste encontro, vamos nos ver novamente?”
Ela garante que o resultado tem sido surpreendente. Acabou a ansiedade e a espera porque agora pode tomar a iniciativa de ligar também. É uma estratégia que muitas mulheres ainda não usam porque temem ser mal interpretadas. E se ele achar que só quero sexo ou que estou querendo fisgá-lo como marido?

As mulheres que costumam agir como a Bia dizem ser muito gratificante poder olhar para o telefone sem ter que esperá-lo tocar. Elas admitem ter que controlar os impulsos para não ligar já no dia seguinte.
É claro que não é fácil receber um “não” depois de sugerir um segundo encontro. O primeiro “não” é inesquecível. Os demais já não têm tanta importância. A rejeição faz parte desse jogo.

Se o medo da perda e da rejeição não fosse tão intenso, certamente, toda essa agonia vivida por ambos os sexos poderia ser evitada.

Ao contrário do que se pensa, os homens também se sentem inseguros quando o assunto é marcar o segundo encontro. O medo de expor seus sentimentos, de demonstrar que está interessado e, principalmente, de não ser correspondido, faz com que um homem adie a decisão de ligar.

José Carlos, 42 anos, palestrante, diz que os tempos de insegurança já passaram. Hoje mais maduro e seguro de si, usando a criatividade e o bom humor acha que encontrou a solução perfeita.
Ele diz prestar atenção nos gestos, na forma de olhar, se ela presta atenção no que ele está comentando, se está interessada em saber mais sobre a sua vida. A partir dessa leitura ele diz se sentir seguro para na despedida sugerir um novo encontro. Por que esperar um ligar para o outro? Se o papo fluiu naturalmente e se passamos bons momentos juntos, o que importa é manter o clima deste encontro. Assim, nenhum dos dois passa pelo desgaste de ficar desesperado esperando que o outro ligue, diz.

O termo “eu te ligo” que é bastante recorrente no universo masculino, nem sempre tem esse significado literal. Ao usá-lo, um homem pode estar apenas dizendo que o encontro foi maravilhoso, que vocês podem até se encontrar novamente, mas que você não é exatamente o perfil que procura. Outros usam a mesma expressão como uma forma delicada e educada de uma despedida. Para eles, na verdade, significa um “tchau”.
O problema é que as mulheres sempre acreditam que ele irá ligar, quando ouvem a expressão “eu te ligo”. Nem sempre isto acontece. Por isso, sugiro aos homens que evitem prometer algo que não irão cumprir. Nestes casos, o melhor é simplesmente desejar uma “boa noite” ou um “bom dia”. Uma dica válida para ambos: tentem descobrir a verdadeira intenção do outro através do olhar, pois o contato olho no olho pode ser revelador.

Será que fiz algo errado?

O encontro foi agradável. As expectativas são semelhantes. Aparentemente tudo se encaixa para o início de um relacionamento. No entanto, o que leva uma das partes a ficar completamente desmotivada para querer prosseguir?

Muita gente acaba desperdiçando a oportunidade de engrenar um relacionamento porque comete gafes imperdoáveis que, inclusive, se sobressaem às atitudes positivas.
Nestas horas as pessoas reagem de forma diferente umas das outras.
Algumas simplesmente vão embora, sem olhar para trás. Outras preferem ser francas e abrir o jogo.

Karina, 27 anos, publicitária, tem certeza que um encontro recente foi um desastre porque ficou nervosa e num estado de ansiedade tão intenso que desandou a falar sem parar. Falou dos seus parceiros sexuais, de relacionamentos passados. Hoje, consciente concorda que usou o sujeito como terapeuta para ouvir as suas desilusões amorosas.

José Carlos, prefere ser franco e dizer o que uma mulher não deve fazer. Ele fica receoso se ela revela muita coisa de cara. Perde o encanto. Segundo ele, o mistério atiça a imaginação masculina. Confessa já ter abreviado um encontro porque a mulher falava alto demais e tinha um tom de voz irritante. Numa outra tentativa de encontrar uma namorada, saiu com uma mulher que não teve o mínimo cuidado com a aparência. Barriga e pernas à mostra e excesso de maquiagem. Para ele isso sinaliza desespero. Quando a pessoa tem pouco conteúdo então precisa do corpo para mostrar seus atributos.

11/06/2008 às 19:49

Dia dos Namorados especial para casais apaixonados

É claro que namorar é preciso... Como é bom ter com quem dividir alegrias e tristezas. Rir juntos das coisas mais banais, falar sobre o dia-a-dia, sobre o tempo, sobre finanças, sobre o passado, sobre o presente e principalmente sobre o futuro. O sorriso espontâneo, o brilho do olhar, os abraços apertados, os beijos apaixonados, os bilhetes deixados furtivamente em algum lugar, tudo é maravilhoso, meio mágico. E o Dia dos Namorados é a data mais propícia para reacender o romantismo e o desejo entre os casais. Para quem está sem idéia de como resgatar a paixão, deixo algumas dicas:

Para o Homem:

- Lembre-se de que a mulher gosta de ser paparicada, especialmente em datas especiais. Por isso o bacana, no dia de hoje, é fazer com que ela se sinta lembrada o dia todo, com pequenos mimos.

- Nada como receber flores logo cedo, com um cartão romântico ou – por que não? – apimentado, já criando o clima para a noite que promete ser caliente.

- Que tal surpreendê-la com telefonemas ou pequenas mensagens várias vezes durante o dia?

- Uma jóia – ou mesmo uma caixa de bombons – entregue no meio da tarde pode fazer toda a diferença...

- Quase no horário do encontro fatal, prepare o ‘golpe’ final: um jantar surpresa no restaurante predileto do casal, ou em um local mais romântico. Há pratos com promessas afrodisíacas preparados especialmente para esta data...

- O momento de se recolher também deve ser especial. Pétalas de rosas espalhadas pelo chão criam um clima paradisíaco. (Lembre-se de deixar tudo isso preparado com antecedência)

- É chegada a hora de entregar o presente (a menos que você tenha optado pela jóia no meio da tarde...). Já que o clima já está sensual, o presente pode ir na mesma onda: uma lingerie ousada, um perfume gostoso ou o que mais a sua criatividade permitir...

- Daqui pra frente, é com vocês dois... Ah... mas depois de tudo aquilo ainda pode rolar uma sobremesa bem cremosa na cama!


Para a Mulher:

- Lembre-se que os homens de hoje em dia estão cada vez mais ligados a ações surpreendentes, mas aja com cautela se o seu parceiro for do perfil mais tímido...

- Crie o clima de amor desde o amanhecer... Uma idéia é você acordar antes dele e trazer o café na cama: amor à moda antiga, quem resiste?

- Durante o dia, lembre que o romantismo não deve ser deixado só para a noite ou o momento em que vocês estejam fisicamente juntos: qualquer hora é hora de você dizer que está pensando nele! (só não vá telefonar em horários que possam prejudicar o trabalho... o melhor é mandar torpedinhos, que ele vai ler quando puder).

- Se ele for do perfil mais ousado, você pode passar em um sex shop e comprar uma lingerie provocante, fantasias ou mesmo cremes especiais que esquentam, esfriam ou colorem a pele.

- Faça o que estiver a seu alcance para que o jantar seja romântico: se vocês combinaram sair, escolha um restaurante que combine com a história do casal... se forem ficar em casa, aproveite para dar asas à imaginação e preparar um jantar realmente afrodisíaco.

- Lembre-se que, para os homens, o efeito visual é muito importante. Portanto, capriche na sua produção e também no aspecto visual do prato que forem jantar...

- Para completar o clima, coloque uma música romântica ou erótica pra tocar.

- A sobremesa pode ser uma cesta de frutas ou – aproveitando o friozinho – um fondue de frutas, ao molho de chocolate...

- A partir daqui, solte a imaginação e divirta-se neste que, sem dúvida, vai ser o Dia dos Namorados mais inesquecível da sua vida!!!

Para o casal:

O namoro do casal não deve estar restrito ao momento da cama. Pelo contrário: até o sexo vai ser muito mais prazeroso se for preparado aos poucos durante todo o dia. E lembrem-se que essas dicas todas valem para todos os dias, e não apenas para hoje. Há uma expressão em inglês que demonstra exatamente o que, infelizmente, acontece com muitos casais: take for granted, que significa ‘ter por garantido’. Muitos casais, depois de um certo tempo de relacionamento, sem perceber, agem de maneira rotineira, como se não precisassem mais conquistar o parceiro. A conquista deve ser diária. A dose de romantismo e criatividade varia de casal para casal, mas todo mundo gosta de receber carinho. Portanto, façam de todos os seus dias verdadeiros Dia dos Namorados!!!

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