A paralisação de um dia deve afetar cerca de 300 pessoas em Maringá. Servidores reivindicam regulamentação do Plano de Cargos e Salários
Policiais federais de todo o país fazem uma paralisação de 24 horas nesta quarta-feira (10), para pedir ao Ministério da Justiça a reestruturação da carreira e protestar contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 549, que tramita na Câmara dos Deputados. No Paraná, cerca de 600 policiais estão concentrados na sede da Superintendência Regional da PF no Paraná, localizada no bairro Santa Cândida, em Curitiba
A paralisação da Delegacia da Receita Estadual de Maringá vai afetar cerca de 300 pessoas que procuram o órgão diariamente. Ficam interrompidos serviços de atendimento ao público, auditorias de tributos que incluem Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e por Doação (ITCMD).
Os trabalhos internos dos auditores como processos tributários e decisões de primeira instância também vão parar. De acordo com o auditor fiscal da Delegacia de Maringá José Carlos Endlich, apenas as consultas via internet vão continuar funcionado. “Não vai haver prejuízo na internet. Todos os serviços online vão estar disponíveis”, afirma. Endlich explica que o prédio da Receita, em Maringá, vai estar aberto por causa dos trabalhos realizados pelos agentes fazendários, “mas os auditores não estarão em serviço.”
A Delegacia de Curitiba, que também atende a região metropolitana, vai deixar de atender cerca de mil pessoas em razão da paralisação. Além de Maringá e Curitiba, as delegacias de Londrina, Jacarezinho, Umuarama, Ponta Grossa, Guarapuava, Cascavel e Foz do Iguaçu também não irão atender. Todos os Postos da Receita espalhados por cidades menores também vão estar fechados.
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